Internet não é só Orkut e Msn!
A internet reina entre os jovens de hoje assim como o futebol reinava há uns trinta anos. Não que o futebol tenha perdido seu trono, mas ganhou forma digitalizada, com mais opções de escolha e uniformes com nomes de craques. O jogador de antigamente necessitava de uma bola, alguns amigos, um bom campo, traves de gol e muito fôlego para realizar uma partida de sucesso. Atualmente são necessários apenas um computador, uma internet banda larga, um joystick, um time favorito e uma cadeira confortável.
Com o estouro da internet no Brasil, ao mesmo tempo que os amigos deixam de se encontrarem para um partida de futebol, no campo ou no salão, a necessidade de relacionar-se rugiu mais alto que o poder de controlar os onze jogadores de um jogo de final de copa do mundo.
A necessidade de um meio social intenso como o de antes, não abalou a freqüência do uso do computador, muito pelo contrário. Ao mesmo tempo em que amigos começaram a fazer falta, sites de relacionamento tomaram proporções gigantescas e muitos visitantes, como é o caso do Orkut.
Esta rede social, criada em 2004, tem em sua principal finalidade fazer seus usuários ganharem novas amizades e manterem relacionamentos. O crescimento da rede social não foi diferente de todos os outros meios de comunicação. A primeiro momento apenas à serviço da alta sociedade, depois de algum tempo ao alcance de todos, até chegar a sua banalização.
Igor Pucci é formado em ciência da computação e mantém um site com as bizarrices do Orkut. Segundo ele o famoso “Pérolas do Orkut”, site de sua autoria, a principio era apenas uma brincadeira enviada por e-mail aos amigos que, em julho de 2007, transformou-se em uma página na internet. “Por ser muito acessado (Orkut), as pessoas se interessavam pelos conteúdos cômicos dos e-mails, que começaram a serem repassados. Essa foi a motivação inicial para a criação do meu blog”, explica Pucci.
Hoje o Pérolas do Orkut conta com aproximadamente 30 mil acessos diários de internautas que se divertem com erros gramaticais de comunidades, fotos estranhas, criativas, diferentes e até ousadas.
Brincadeira que virou profissão
O Pérolas do Orkut era pequeno e sem propagandas, com a única finalidade de divertir seus amigos e a si mesmo. Com o aumento do reconhecimento do site e a necessidade de trocar o servidor que não estava mais suportando 10 mil acessos diários, Pucci começou a ter despesas e, paralelo a isso, contato com empresas de anúncios na internet que começaram a pagar para ter sua marca no site.
O sucesso da página resultou em uma dedicação maior do autor aos e-mails enviados pelos usuários e um aumento de renda mensal também. “Depois de conseguir alguns anúncios, fui deixando de fazer aos poucos o trabalho que fazia e comecei a dedicar-me mais ao Pérolas do Orkut”, revela.
Atualmente além do site cômico, Igor Pucci mantém mais dois sites relacionados ao Orkut, que também complementam seu salário. Apesar do vício das pessoas pelo site de relacionamento só favorecer em seu trabalho, Pucci demonstra sobriedade ao falar do site de maneira geral: “A inclusão das classes C e D é importante e isso conta a favor da rede social, mas engana-se quem acredita que algo tão grandioso quanto a internet é só Orkut e MSN” finaliza.
A internet reina entre os jovens de hoje assim como o futebol reinava há uns trinta anos. Não que o futebol tenha perdido seu trono, mas ganhou forma digitalizada, com mais opções de escolha e uniformes com nomes de craques. O jogador de antigamente necessitava de uma bola, alguns amigos, um bom campo, traves de gol e muito fôlego para realizar uma partida de sucesso. Atualmente são necessários apenas um computador, uma internet banda larga, um joystick, um time favorito e uma cadeira confortável.
Com o estouro da internet no Brasil, ao mesmo tempo que os amigos deixam de se encontrarem para um partida de futebol, no campo ou no salão, a necessidade de relacionar-se rugiu mais alto que o poder de controlar os onze jogadores de um jogo de final de copa do mundo.
A necessidade de um meio social intenso como o de antes, não abalou a freqüência do uso do computador, muito pelo contrário. Ao mesmo tempo em que amigos começaram a fazer falta, sites de relacionamento tomaram proporções gigantescas e muitos visitantes, como é o caso do Orkut.
Esta rede social, criada em 2004, tem em sua principal finalidade fazer seus usuários ganharem novas amizades e manterem relacionamentos. O crescimento da rede social não foi diferente de todos os outros meios de comunicação. A primeiro momento apenas à serviço da alta sociedade, depois de algum tempo ao alcance de todos, até chegar a sua banalização.
Igor Pucci é formado em ciência da computação e mantém um site com as bizarrices do Orkut. Segundo ele o famoso “Pérolas do Orkut”, site de sua autoria, a principio era apenas uma brincadeira enviada por e-mail aos amigos que, em julho de 2007, transformou-se em uma página na internet. “Por ser muito acessado (Orkut), as pessoas se interessavam pelos conteúdos cômicos dos e-mails, que começaram a serem repassados. Essa foi a motivação inicial para a criação do meu blog”, explica Pucci.
Hoje o Pérolas do Orkut conta com aproximadamente 30 mil acessos diários de internautas que se divertem com erros gramaticais de comunidades, fotos estranhas, criativas, diferentes e até ousadas.
Brincadeira que virou profissão
O Pérolas do Orkut era pequeno e sem propagandas, com a única finalidade de divertir seus amigos e a si mesmo. Com o aumento do reconhecimento do site e a necessidade de trocar o servidor que não estava mais suportando 10 mil acessos diários, Pucci começou a ter despesas e, paralelo a isso, contato com empresas de anúncios na internet que começaram a pagar para ter sua marca no site.
O sucesso da página resultou em uma dedicação maior do autor aos e-mails enviados pelos usuários e um aumento de renda mensal também. “Depois de conseguir alguns anúncios, fui deixando de fazer aos poucos o trabalho que fazia e comecei a dedicar-me mais ao Pérolas do Orkut”, revela.
Atualmente além do site cômico, Igor Pucci mantém mais dois sites relacionados ao Orkut, que também complementam seu salário. Apesar do vício das pessoas pelo site de relacionamento só favorecer em seu trabalho, Pucci demonstra sobriedade ao falar do site de maneira geral: “A inclusão das classes C e D é importante e isso conta a favor da rede social, mas engana-se quem acredita que algo tão grandioso quanto a internet é só Orkut e MSN” finaliza.
Escrito por ArieLLa GriLLo às 11h06
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